O Teatro GRIOT é uma companhia de actores, constituída maioritariamente por afro-descendentes, que explora as possibilidades, expressões e implicações da diferença como herança histórica, social e politica,  no discurso e na estética teatral.
 

Convite Teatro GRIOT  | Encontre-os no voo das Gaivotas

No ano 2016, o Teatro GRIOT apresenta novas criações, convidando o seu público - que se caracteriza pela heterogeneidade etária, social e cultural - a envolver-se nas actividades desenvolvidas pela companhia. Memória e EsquecimentoEspaço Intersticial, o OutroImobilidade Dinamismo são conceitos estruturantes da companhia que se reflectem na programação para o ano 2016, nas Conferências, no Projecto Educativo e nas acções de Sensibilização de Público.

A si, jornalista,crítico de arte, dramaturgo, escritor, encenador, actor, cúmplice de contaminações... gostaríamos de reiterar o convite para vir conhecer a nova casa do Teatro GRIOT- no pólo de criação cultural Escola das Gaivotas.   
 
Saiba mais no Dossier da Companhia disponível aqui



Brevemente

As Confissões Verdadeiras de um Terrorista Albino, a partir da obra homónima do Sul-africano Breyten Breytenbach, adaptação e encenação de Rogério de Carvalho, co-produção Teatro GRIOT/Programa Gulbenkian Próximo Futuro. 

As Confissões Verdadeiras de um Terrorista Albino é o retrato autobiográfico dos anos de cárcere nas prisões sul-africanas do artista e escritor Breyten Breytenbach. É a excruciante narrativa da sua viagem através da máquina infernal do sistema prisional sul-africano, com todo o seu cortejo de horrores, histórias inacreditáveis, figuras humanas. É uma reflexão do prisioneiro isolado de todas as suas ligações com o mundo, que acaba por duvidar da realidade daquilo que vive. Um texto que é ao mesmo tempo um testemunho dramático e uma obra literária de grande qualidade poética. Confrontado com a adaptação para teatro da sua obra, Breytenbach elogiou “a direcção meticulosa e arrojada de Rogério de Carvalho” e o modo como os actores “não só encarnaram fielmente esse espaço e tempo kafkianos, mas também o ampliaram, enquadrando-o numa espécie de lamento dos horrores da condição humana que todos partilhamos”. A peça foi considerada o Melhor Espectáculo de 2014, pelo Ípsilon, o suplemento cultural do Jornal Público, e em 2015 integrou a programação do Festival Chantiers d´Europe promovido pelo Théatre de la Ville, em Paris.

Data | 13 e 14 de Fevereiro
Hora | 21H30 e 16H (respectivamente)
Local | Sala Experimental Teatro Joaquim Benite
Morada | Av. Professor Egas Moniz 2804-503 Almada
Telefone (+351) 212739360 
E-mail | geral@ctalmada.pt

encenação | Rogério de Carvalho
texto | Breyten Breytenbach
adaptação | Rogério de Carvalho
actores | Carla Gomes, Daniel Martinho, Giovanni Lourenço, Maria Duarte, Matamba Joaquim, Miguel Eloy, Zia Soares
desenho de luz | Jorge Ribeiro
guarda-roupa | Rosário Moreira
sonoplastia | Pedro Lima
edição de som | Chullage
técnico de som | Carlos Neves
voz e elocução | Luís Madureira
produção |  Teatro GRIOT e Programa Gulbenkian Próximo Futuro
assistência à produção | Underground Railroad Lisboa


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