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#BoletimBN  VISIBILIDADE LÉSBICA | 5⁰ Edição Agosto de 2020

Mês da Visibilidade Lésbica


É na memória das águas que a gente sacia a sede de um mundo melhor,  é nos caminhos terrosos que pisamos nossos pés e seguimos as folhas, os frutos, as flores, de uma natureza ancestral a nos conduzir em coletividade enfrentando os desafios do que é sermos mulheres negras em uma diversidade genuína, movimentando as estruturas racistas e patriarcais.

Neste Agosto sapatão, tivemos a oportunidade de acessar intensas programações feita por lésbicas brancas, negras, indígenas, de matriz africana, evangélicas e demais identidades que perpassam cada corpo-trajetória.

Uma onda sapatão, em coletividade, tem atravessado os dias e nos proporcionado debates atuais e fundamentais para resistência política de diferentes grupos políticos.

Nesse sentido, queremos provocar a reflexão sobre o lugar da memória enquanto um devir, sobretudo, a partir da internet, das memórias recentes que estamos produzindo e como podemos compartilhar boas práticas de armazenamento e compartilhamento, garantindo nossa autonomia das nuvens corporativas e demais dispositivos de poder.

A apresentadora desse encontro foi Jéssica Ipólito e as provocadoras foram Dai Costa, Iara Alves e Ivanilda Figueiredo para compartilhar suas narrativas de resistência. O debate foi incrível e ofereceu aportes para pensarmos as memórias das nossas produções on-line. Se o Orkut acabou do dia para a noite, as plataformas atuais também podem acabar.

Num momento de intensa produção de conteúdo negro e sapatão, como guardar essa memória gerada nas redes sociais? Clica lá no canal de Blogueiras Negras para acompanhar esse importante debate que aconteceu com o apoio do Ibirapitanga e Fundo Baobá

O mês de agosto foi dedicado à Visibilidade Lésbica, mas não é de hoje que essas narrativas nos acompanham.

📍Youtube Blogueiras Negras

#visibilidadelésbicaBN #29deAgosto #lésbicasnegrasresistem


Blogueiras Negras, Agosto de 2020.  

#PraTodoMundoVer:- Está escrito "Com você ando melhor"
em letras maiúsnuculas na cor preta. 
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#PraTodoMundoVer:- A imagem tem fundo anil com manchas arredondadas e irregulares em ver-limão, com duas mulheres negras jovens em grafismo preto e branco se abraçando e sorrindo no primeiro plano. 

"Enquanto mulher negra lésbica me vejo vivendo nesse mercado onde sou uma ótima amiga, debatedora, palestrante, companheira de boteco, por quem as pessoas sentem afeto, admiração, ou seja lá o nome que dão, mas assim como muitas mulheres negras me pergunto onde se encaixa em minha vida a palavra amor."

Aline Silveira e Ariane Fernandes

#PraTodoMundoVer:Está escrito "Blogueiras na live"
em letras maiúsnuculas na cor preta. 
#PraTodoMundoVer:- A imagem é um cartaz do evento "Autonomia e Memória de Lésbicas Negras nas redes sociais", com  a data em que ocorreu o evento em amarelo e com um fundo vermelho onde dois perfis de mulheres se aproximam para se beijar. As duas não tem cabelo e uma delas usa um brinco branco. 
#PraTodoMundoVer:Está escrito "Vale (muito) a pena ver de novo"
em letras maiúsnuculas na cor preta. 
#PraTodoMundoVer:- Ana Claudino do Canal Sapatão Amiga veste uma camiseta jeans clara, seu cabelo é curto e está solto. 
29 DE AGOSTO
#DiadaVisibilidadeLésbica - Sapatão Amiga

Ana Claudino do Canal Sapatão Amiga conversou com a gente sobre o Dia da Visibilidade Lésbica em 2017, falando inclusive da necessidade do debate sobre a saúde mental negras lésbicas. Aproveite e visite seu canal
#PraTodoMundoVer:Está escrito "Informação pra fazer a cabeça"
em letras maiúsnuculas na cor preta. 
#PraTodoMundoVer - O fundo dessa imagem é amarello saturado, em primeiro plano duas mulheres negras jovens se abraçando, é uma imagem tratada com grafismos em preto e branco.
LESBOFOBIA
Da petulância à militância. As dificuldades de se colocar no mundo sendo lésbica, negra e periférica.

Carla Jesus escreveu, em 2015, sobre os processos que fazem da nossa existência, resistência. “É tanta opressão vinda de lá, de cá. Eu ainda estou lutando para ocupar o lugar que vivo a vida toda, ainda estou lutando para ocupar todos os espaços que eu quiser, e veja só, não quero tolerância mínima. Quero respeito, quero desconstrução na prática desses modelos que nunca nos serviram, mas muito nos destruíram.”
 
NOSSO CORPO, NOSSAS NARRATIVAS
A heteronormatividade patriarcal do casamento.

O que sapatonas pretas pensam sobre casamento? Lá pelos idos de 2014, a querida Nênis Vieira publicava sobre a heteronormatividade patriarcal do casamento e localizava a lesbianidade neste debate: “Ouvi muito, por exemplo, pessoas mais velhas da minha família dizerem: “Você tem que ser uma boa esposa, pra que seu marido queira ficar em casa e você ficar livre pra cuidar da casa e dos seus filhos”. Mas, atualmente, que mulher negra consegue se sentir realmente livre, não é mesmo?”

ESCRITA 
Negras Lésbicas: o que somos na escrita? O que a escrita é para nós?

Graziely Lemes fala sobre o papel da escrita como poder de retomar a autonomia do corpo preto e lésbico: “Por vezes, a ideologia colonial vence. Impõem-se sobre o meu espírito com toda a complexidade de alienação e faz crer que não há muita saída para sujeitos tão baratos.”
#PraTodoMundoVer:- Está escrito "Publique seu texto"
em letras maiúsnuculas na cor preta.
#PraTodoMundoVer - O fundo dessa imagem é verde-água com uma mancha central irrelugar em branco. No primeiro plano a imagem tratada em prafismo preto e branco de uma mulher jovem de cabelo comprido tem em suas mãos uma caneta e um caderno. 
É muito fácil. Envie seu TEXTO, VÍDEO OU PODCAST
com uma foto e sua minibiografia para
blogueirasnegras@gmail.com 

Para saber mais como publicar no BN, acesse o site.

ESTAMOS ESPERANDO POR VOCÊ <3
#PraTodoMundoVer:- Está escrito Memória
em letras maiúsnuculas na cor preta.
#PraTodoMundoVer:- O fundo é preto e amarelo com três mulheres de meia idade rindo em preto e grafismos no primeiro plano. O fundo é da cor lavanda com grafismo em branco. 
O LEGADO DE MULHERES NEGRAS NA COMUNICAÇÃO
Eu e água: As griôs da lesbianidade preta como referência para juventude lésbica

Jéssica Ipólito registrou no Gorda & Sapatão a memória do 2º Encontro de Lésbicas Negras em Curitiba, 2015: “Foi tão intenso, lindo e inspirador! Realmente um marco importante na minha linha do tempo foi esse seminário. Jamais vou esquecer tudo que ouvi e vivi nesses 3 dias.O seminário proporcionou um encontro geracional mais lindo do qual já fiz parte e tive notícias!”.
MEMÓRIA
Narrativas de visibilidade negra sapatão: memória, história e poder das nossas trajetórias de amor 

Naiara Leite deu a letra sobre a memória: “Talvez essa seja a primeira vez que escrevo algo sobre lésbicas negras, visibilidade e nossas trajetórias. Pensar na minha experiência de sapatão negra, me fez transitar na história das tantas lésbicas negras que, assim como eu, estão imersas na construção política da luta pelo enfrentamento ao racismo no Brasil.”
#PraTodoMundoVer:- Está escrito IA rede é toda preta
em letras maiúsnuculas na cor preta.
#PraTodoMundoVer:- O fundo dessa iamgem é vermelho e preto. No primeiro plano vemos duas mulheres negras tratadas com grafismo em preto e branco com um computador nas mãos. 

AFIRMATIVA
Quando conheci o amor – Sobre a visibilidade lésbica 


Texto de Anna Luísa Santos sobre o amor: “Cada momento que compõe esse acervo traduz o que é ser lésbica negra vivendo de ternura e salvaguardando uma memória de amar. É o mesmo que sentar no colo e desaguar um oceano pelos olhos se sentindo segura. É o sentimento comovente das canções de amor e dengo de Cidinha da Silva e as amoras de Annie Ganzala.”

LAICIDADE

Política e religião se discutem e se misturam

Textão da querida Ilka Guedes sobre a defesa do Estado laico e como a “a relação entre política e religião está longe de se distanciar e sua interligação pode ser comprovada ao longo da história das sociedades. Tendo em vista que há, aproximadamente, dois séculos atrás religião e política andavam juntas. No Brasil essa relação vem de longa data e a presença de grupos religiosos cristãos na política institucional tem aumentado e mudado sua configuração.”
 

TRANSFEMINISMO
Apoiando crianças trans nas escolas. Achados e recomendações

A página do Transfeminismo publicou uma tradução sobre como apoiar crianças trans nas escolas: “Alunos trans experienciam stress persistente, navegando em sistemas que os deslegitimam e excluem. Uma abordagem anti-bullying subestima o impacto emocional e psicológico da cisnormatividade* nos alunos trans.”

#PraTodoMundoVer:- Está escrito Nóis porr Nóis
em letras maiúsnuculas na cor preta.
#PraTodoMundoVer:- Uma mulher negra e jovem de turbante olha para cime, é desenhada em grafismo de preto e branco, está em primeiro plano. O fundo é  rosa claro e rosa escuro.
DEMOCRACIA
O impacto da Covid-19 nas populações negras e quilombolas

As audiências interativas são instrumentos que nos permitem acompanhar o que está acontecendo na Comissão externa da Câmara dos Deputados. Reveja a audiência pública virtual que discutiu o impacto da pandemia de Covid-19 nas populações negras e quilombolas.

PERIFA
Bora Testar COVID-19 nas comunidades

“Países que testaram em massa contiveram a curva de contaminação do vírus, pois sabiam o número e a distribuição dos casos. Pensando nisto, como as favelas têm 10 vezes mais chances de se infectar, por conta da falta de urbanização adequada, realizar uma ação como esta seria uma oportunidade de prevenção e contenção da pandemia.”

AXOLHIMENTO
Vidas Trans Importam 

“Se vidas trans importam, então eu quero te convidar para você sonhar comigo, e entrar de cabeça nesse projeto, junte com a ANTRA - Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil, essa arrecadação online tem como objetivo arrecadar inicialmente 5 mil reais, podendo dobrar para 10 mil reais, a ideia é ajudar cinco instituições com mil reais, as mesmas são filiadas a ANTRA e já realizam um trabalho de acolhimento a pessoas trans em estado de vulnerabilidade.” 
#PraTodoMundoVer:- Está escrito Outros mundos
em letras maiúsnuculas na cor preta.
#PraTodoMundoVer:- Uma mulher negra jovem escuta um fone de ouvido, está rindo com os braços levantados dançando. O fundo é verde saturado e uma onda em branco sai de seu ombro, indo até o lado direito.
PRA OUVIR
Mahmundi - Nova TV

Uma música pra você ouvir, ver e fugir do tédio e questionar todos os vizinhos do prédio com a cantora Mahmundi, vencedora do Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria Nova Canção e indicada ao Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa. 

PARA LER
Homofobia: Identificar e Prevenir

Em Homofobia: Identificar e Prevenir, a professora Jaqueline Gomes de Jesus “analisa a situação; apresenta informações científicas acerca do fenômeno da homofobia; aprofunda conceitos correntes, esclarecendo, por exemplo, as especificidades de violações como a bifobia, a lesbofobia e a transfobia, que em geral são erroneamente confundidas com homofobia.”

PARA OUVIR
Revolução

Ela é “poetisa, cantora, rapper, compositora, atriz, trans e negra. Nome Bixarte e sobrenome resistência!”. Confira em seu canal a faixa Revolução e acompanhe no seu instagram seus projetos, agenda e lives.
 
PARA MOVIMENTAR
Mulheres Negras Decidem - Para Onde Vamos

“Se você acompanha o Mulheres Negras Decidem nas redes sociais, já deve ter visto que a gente lançou junto ao Instituto Marielle Franco o relatório Para Onde Vamos. Neste episódio vamos falar do relatório, no primeiro bloco, a gente vai fazer uma leve apresentação da pesquisa e da metodologia pra todo mundo ficar na mesma página.”

PARA VER
Filme sobre memórias e cotidiano da comunidade quilombola Engenho da Ponte estreia em setembro!

Memórias de um povo “será lançado no dia 1º de setembro, às 19h30 na TV UFRB, em uma live com a participação de integrantes do projeto, filme e um represente da Secretaria de Cultura da cidade de Cachoeira, logo após, a exibição do filme. “Memórias de um povo” é um filme do gênero documentário que retrata memórias e o cotidiano da comunidade quilombola Engenho da Ponte, situada no Vale do Iguape, na cidade de Cachoeira-BA.”
#PraTodoMundoVer:- Est[a escrito um provérbio Fon que diz
"Ela viu um fruto ainda verde. Quando ele se abrir, nos veremos".
Ao lado um grupo de mulheres negras estão em pé se despedindo. 
VISITE NOSSO BLOG

O Blogueiras Negras recebe o apoio do Programa Marielle Franco,
uma iniciativa do Fundo Baobá para Equidade Racial;
e do Instituto Ibirapitanga através no programa de Equidade Racial.
 

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