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Newsletter do Portal de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares  

Março de 2019 Abrir no navegador

Olá,

Com você os destaques: bertalha e taioba. Além de comestíveis, apresentam propriedades medicinais.
 
Temos sugestões de vídeos O newsletter continua. Role a tela e boa leitura!
 
Abraços,
Sergio

Destaques

Bertalha (Basella alba, Basellaceae), encontrada nas feiras livres do Rio de Janeiro, é planta alimentícia não convencional (PANC) e também antídoto, aperiente, adstringente, demulcente, diurético, febrífugo, laxante e rubefaciente.
Taioba (Xanthosoma taioba, Araceae), apontada como antianêmico e tônica em um levantamento etnobotânico com espécies identificadas como medicinais em área urbana de Ouro Preto (Minas Gerais), na forma de decocto.

Vídeo - Consultor Ambiental

O vídeo mostra 5 plantas que todo consultor ambiental de flora deve saber reconhecer na Mata Atlântica para auxiliá-lo na classificação da vegetação de um determinado local quanto ao estágio de desenvolvimento do fragmento observado.
Fonte: Brasil BIOMA

Vídeos - Plantas Medicinais

Hipertensão. São abordadas plantas medicinais que ajudam a combater esse mal: alho, erva-cidreira, pitanga, pata-de-vaca, camomila, hibiscus, chapéu-de-couro, embaúba, maracujá e carqueja.
Melissa (Melissa officinalis), tem ação sedativa, diurética, antiespasmódica, carminativa, eupéptica, tônica, anti-inflamatória, hipotensora, colerética. Indicada para cólica abdominal, quadros leves de ansiedade e insônia, nevralgia (facial, dentária), crise nervosa, taquicardia, melancolia, depressão, histerismo.
Moringa (Moringa oleifera), pode ser usada para tratamento auxiliar de hemorroida, dor de garganta, febre, problema intestinal, fadiga, inflamação, verme, sistema imunológico fraco, envelhecimento da pele, diabetes, colesterol ruim, doenças cardíacas e câncer. 
Raiz-de-ouro (Rhodiola rosea), sua raiz é indicada contra fadiga, depressão, palpitações, dores musculares, melhoria da memória e capacidade de concentração. Utilizada no tratamento de Mal de Parkinson através do aumento de dopamina, neurotransmissor em déficit nesta doença.
Colaboração: Tayana Lipski (Curitiba, PR)

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