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Fala, pessoal! Bom dia!

Estamos de volta! Como começou 2021 por aí? No ecossistema de fintechs, não faltam notícias. A Inco, de investimentos imobiliários, fez sua primeira rodada de captação no fim de 2020, soma mais de 40 operações finalizadas em sua plataforma e quer captar entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões em novas ofertas em 2021. O cofundador Daniel Miari, me contou a estratégia em entrevista exclusiva. 

Na última semana, a Creditas (que captou sua Série E no apagar das luzes de 2020) comprou a Bcredi para reforçar sua atuação no crédito imobiliário -- sim, sim, ela se tornou o novo unicórnio brasileiro, muito embora isso já estivesse previsto há algum tempo no mercado. 

A Mambu (que o leitor da Finsiders conhece por ter lido a entrevista exclusiva do diretor Latam) também alcançou o status mítico de unicórnio ao levantar um round de US$ 134 milhões. Entre os planos está a abertura de um escritório brazuca. 

Por falar em empresas alemãs, o banco digital N26 vai, enfim, operar no Brasil. O Bacen concedeu autorização para o neobank atuar como SCD. Mas será que tem espaço para outro banco digital por aqui com o avanço acelerado de Nubank, Inter, Neon, Original, PagBank e afins? Façam suas apostas. 

Tem, ainda, um artigo escrito por Diego Oliveira, da multinacional de segurança cibernética Fortinet, com exclusividade à Finsiders, sobre a construção de um ecossistema Pix seguro. Assunto muito importante -- até mais que a guerra das chaves. 

Tem alguma notícia ou sabe de alguma informação quente? Pode cantar a bola em OFF que vou atrás do fato. Garanto o sigilo da fonte. Meu e-mail é dm@finsiders.com.br

Boa semana e boa leitura! :)

Danylo Martins
Fundador e editor-chefe

 
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Inco, de investimento imobiliário, planeja captar
R$ 100 milhões em ofertas em 2021

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Artigo: Recomendações para um ecossistema Pix seguro e duradouro

Clique para ler o texto

CURTAS
 

Creditas compra Bcredi

No apagar das luzes de 2020, a Creditas levantou uma Série E de US$ 255 milhões, com um valuation de US$ 1,75 bilhão (post-money) - mais um mítico unicórnio para o Brasil! Não demorou nem um mês para a fintech fundada por Sergio Furio anunciasse a primeira aquisição após a nova rodada de captação. Logo no segundo dia útil do ano, terça-feira (5), a empresa divulgou a compra da Bcredi, plataforma digital especializada no setor imobiliário fundada em 2017 por Maria Teresa Fornea Caron, a Tetê.

>> Com a operação, Tetê assume como VP de crédito imobilário da Creditas.
>> Pela transação, que não teve valor revelado, o banco Bari (onde Tetê construiu a maior parte da sua carreira), atual sócio da Bcredi, vendeu sua participação no negócio.
>> Igah Ventures (antiga e.Bricks) passa a ser acionista da Creditas, juntando-se a nomes como SoftBank, Kaszek Ventures e Amadeus Capital Partners.
>> A operação ainda depende de aprovação do Cade. 
 


Mambu capta US$ 134 milhões

Por falar em unicórnio (mas não no Brasil), a Mambu, plataforma em nuvem para o setor bancário, levantou US$ 134 milhões em um aporte liderado pela TCV, com participação da Tiger Global e da Arena Holding, além dos atuais investidores Bessemer Venture Partners, Runa Capital e Acton Capital Partners.

>> Com a nova rodada, a empresa alemã passa a valer US$ 2,08 bilhões
>> A ideia agora é acelerar o crescimento nos mais de 50 países onde opera e seguir a expansão em mercados como Brasil, Japão e EUA.
>> Por aqui, inclusive, a empresa prevê a abertura de um escritório em fevereiro.
>> Em novembro, a Finsiders publicou uma entrevista exclusiva com o diretor-geral da Mambu Latam. Confira aqui.

 


N26, enfim, no Brasil


Demorou, mas chegou. O banco digital alemão N26 recebeu autorização do Bacen para operar no mercado brasileiro, como uma SCD, com sede em São Paulo e capital social de R$ 2,008 milhões. O anúncio ocorre dois anos depois de o N26 ter anunciado sua chegada ao país. A operação brasileira será liderada por Eduardo Del Guerra Protta, ex-executivo de Cielo, Santander e Monsanto.

>> Fundado em 2013, o N26 soma mais de 5 milhões de clientes em 25 países.
>> Já captou cerca de US$ 570 milhões em rodadas de investimento e tem valuation de US$ 3,6 bilhões.
>> Em 2021, a expectativa é levantar um novo aporte, atingir breakeven, pavimentando o caminho para um possível IPO em 2023.
>> Por aqui, o N26 vai enfrentar uma concorrência grande. O maior player do segmento, o Nubank, passou de 30 milhões de clientes. O Inter fechou 2020 com 8,5 milhões de correntistas, o PagBank atingiu 6,7 milhões e o Original passou de 4 milhões. 

>> A Rappi anunciou na semana passada a criação de seu banco digital, informou a Folha.
 

TerraMagna espera movimentar R$ 500 milhões em antecipação de recebíveis em 2021

A agfintech TerraMagna está otimista para 2021. Neste ano, a empresa prevê um volume de R$ 500 milhões em antecipação de recebíveis, o que significaria um salto de 835% em relação a 2020 (R$ 53,5 milhões), caso a projeção se concretize. O número foi divulgado na primeira semana do ano pela startup em comunicado a jornalistas.

>> No ano passado, a empresa monitorou via satélite 8,3 milhões de hectares, um aumento de 340% comparado a 2019. Contratou 35 funcionários, fechando o ano com 58 empregados, e abriu dois escritórios (Piracicaba e Cuiabá), além de uma nova sede, em São José dos Campos (SP).
>> Para 2021, o monitoramento de garantias via satélite deve bater 33,2 milhões de hectares, quatro novos escritórios serão abertos no primeiro trimestre e o número de funcionários deve chegar a 203.
>> Em novembro, a TerraMagna captou um seed money de US$ 2 milhões, liderado por ONEVC e acompanhado por Maya Capital, Accion Venture Lab, além dos investidores-anjos Fernando Gadotti (DogHero), Lincoln Ando (idWall), Patrick Sigrist (iFood) e Allan Kajimoto, CEO do Delivery Direto. Leia sobre agfintechs aqui

 


 

Zoop capta R$ 200 milhões via FIDC


A Zoop, fintech que desenvolve soluções financeiras white-label para empresas, anunciou a captação de R$ 200 milhões via FIDC. O objetivo é que o montante seja usado para antecipar recebíveis de cartão de crédito para os clientes da fintech, ampliando o acesso a fontes de financiamento desses parceiros. 

>> Com demanda total de R$ 500 milhões, quase três vezes maior que a oferta, o fundo Zoop I é fechado e tem algumas das maiores instituições financeiras do país como investidoras. 
>> A ideia é captar novas séries do fundo nos próximos meses, informou o CFO Dan Faccio, em nota à imprensa. 
>> A Zoop tem mais de 560 parceiros ativos e atende mais de 250 mil estabelecimentos comerciais com seus serviços. 
>> No ano passado, a fintech levantou R$ 60 milhões da Movile e da Darwin Capital, e conquistou mais de 40 novos clientes. 

HORA DO CAFÉ
 

Perspectivas para o cenário fintech em 2021

O especialista em fintechs, Bruno Diniz, escreveu um artigo em seu blog da Exame com as perspectivas para o cenário fintech neste ano. Em 2020, como você sabe, o ano foi das fintechs, que levantaram mais de US$ 1 bilhão, segundo o Distrito. Confira a análise do Bruno aqui. Leitura obrigatória para quem está no setor.
 

Você leu primeiro na Finsiders

Mais da metade (51%) das fintechs brasileiras atendem empresas, com predomínio (41%) de PMEs, enquanto 43% das fintechs atendem pessoas físicas. É o que aponta a pesquisa Fintech Deep Dive 2020, divulgada no dia 23 de dezembro  pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e pela PwC Brasil, cujos dados foram antecipados pela Finsiders. Saiba todos os detalhes. 

Tem alguma notícia quente? Conta pra mimdm@finsiders.com.br. Garanto o sigilo da fonte.

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Abraços,
Danylo Martins
Fundador e editor

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